quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Módulo 1 - Regra de boas maneiras

UFC/PROGRAD/Curso de LETRAS - DLV
PIBID - PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
Curso de Leitura e Produção: lidando bem com uma colônia de gêneros instrucionais
COORDENADORA DO PIBID LETRAS: Profª Drª Maria Ednilza Oliveira Moreira
SUPERVISORA DO PIBID LETRAS: Profª Lena Bilhar
BOLSISTA(S): ____________________________________________
Aluno (a): _________________________________________________



MÓDULO I – REGRAS DE BOAS MANEIRAS 

1. DEFINIÇÃO
Regra é aquilo que regula, dirige, rege, prescreve. O que foi determinado por lei ou costume (HOUAISS, 2009). Definido de forma ampla o conceito de regra, vamos focar o nosso módulo em regras de boas maneiras que se define como normas relativas ao comportamento respeitoso no relacionamento social tais como os modos de saudar, o comportamento em lugares públicos e nos eventos sociais. 


2. TEXTO
Texto 1
(Fonte: Acesso em: 26/06/2014.)


Texto 2
             Comportar-se bem nos ambientes que frequentamos requer de nós esforços a mais, sejam nos lugares mais simples ou nos lugares mais sofisticados. Portanto, é conveniente adaptarmo-nos ao local em que nos encontramos. As regras a seguir serão para aqueles que irão a um restaurante. Vejamos as instruções que você deve seguir para não se comportar de maneira inadequada.
               Regras de boas maneiras: 

• Caso você seja homem e esteja acompanhado de uma mulher, deve puxar a cadeira para que ela se sente e se sinta uma verdadeira dama. 
• Caso o cardápio não se encontrar na mesa, peça ao garçom que o traga. 
• Falando em garçom, ao chamá-lo, seja delicado, nada de assobios altos, gestos escandalosos, muito menos aquele conhecidíssimo jargão: “ei, irmão”. Ao observá-lo, levante o dedo ou faça um sinal balançando a cabeça discretamente. Ele com certeza entenderá o gesto. 
• Caso haja alguém para conversar, a voz deve ser em tom moderado. Porém, se o ambiente tiver ruídos altos, como música ao vivo, você pode aumentar o tom de voz.
• Em conversas com amigos, há momentos de alegria que fazem sorrir. Todavia, deve-se rir discretamente, sem gargalhadas altas ou extravagantes. Ser discreto é a palavra-chave. 
• Não use palitos para a higienização da boca no ambiente de refeição. Se sentir essa necessidade, procure o toilette. 
• Nada de exageros ao ingerir bebida alcoólica. Tenha discernimento e saiba a hora de parar. Sair do local segurando ou esbarrando nas pessoas ou até mesmo nas paredes é feio e indelicado. 
• Ao comer, seja educado e mastigue de boca fechada. E jamais fale de boca cheia. Comer é um momento que requer concentração. Portanto, conversas devem ser interrompidas, senão, amenizadas.
• Caso você esteja incomodado com alguma coisa, você deve chamar o garçom com discrição e mostrar o ocorrido. Nada de escandalizar o problema.
3. ATIVIDADE 
Observando o texto 1, responda às questões 1 e 2.

1.Diante da imagem observada, quais desvios das regras de boas maneiras podemos identificar?
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2. Que postura as pessoas devem tomar para que essa forma de agir não aconteça? ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 3. Levando em consideração o texto 2, descreva uma situação na qual você vivenciou ou presenciou o desrespeito a uma das regras. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4. As regras de boas maneiras é um gênero textual do tipo instrucional / injuntivo. Esse tipo de texto tem por objetivo dar instruções, conselhos, ordens, e, dessa maneira, levar o interlocutor a agir de certa forma. Identifique as marcas linguísticas presentes no texto que o caracterizam como texto injuntivo. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5. Agora é com você! Redija um texto de “regras de boas maneiras” de como se comportar corretamente no momento do lanche escolar. O texto deve ter, no mínimo, 15 linhas e no máximo 25. Lembre-se de usar a forma padrão da língua.



E.U. 2014 - Encontros Universitários (UFC) - XIII Encontro de Iniciação à Docência

Para acesso: https://drive.google.com/?usp=web_ww_after_dl#my-drive

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EPD 2014 - VIII Encontro de Práticas Docentes da UFC

Resumo

CURSO DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL – LIDANDO BEM COM UMA COLÔNIA DE GÊNEROS INSTRUCIONAIS: “POR DENTRO DO GÊNERO RECEITA”

Leandro Vidal Carneiro
Guilherme Lobo de Andrade
Plácido Ferreira Lima Neto
Alcides Fortunato da Costa Neto
Lenilúcia Bilhar Araújo
Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Ednilza Moreira de Oliveira

RESUMO: Visamos, com este trabalho, apresentar à comunidade acadêmica a experiência vivenciada no “Curso de Leitura e Produção Textual: lidando bem com uma colônia de gêneros instrucionais”. O curso é um projeto do PIBID de Língua Portuguesa e foi realizado nos Liceus do Conjunto Ceará e de Messejana, entre agosto e setembro do ano corrente. Com o intuito de suprir as necessidades de leitura e produção textual dos alunos do primeiro ano do Ensino Médio, foram explorados diversos gêneros textuais que fazem parte de uma colônia de gêneros instrucionais. Para isso, buscou-se o referencial teórico básico em Bathia (2009) ampliado por Moreira (2014) sobre o conceito de colônia de gêneros. Segundo a autora, “na colônia de gêneros, não há, necessariamente, uma interação entre os gêneros que a compõem, como ocorre no caso de um conjunto ou de um sistema de gêneros. Na colônia, um gênero não demanda outro, não há, portanto, uma interdependência entre eles”. É possível, então, depreender que nenhum dos citados gêneros circula socialmente por força da ocorrência do outro. O curso, que teve a gastronomia como temática, funcionou através de intervenções em sala de aula, buscando a participação efetiva dos alunos. Em uma das intervenções, procedemos, junto aos alunos, com a leitura do gênero receita, apresentando as suas características formais e retóricas e suas finalidades, especificando e diferenciando os seus diversos tipos, como, por exemplo, a receita médica e a receita culinária. Com o embasamento teórico referido, identificamos, junto aos alunos, que os dois tipos de receita, embora recebam, em parte, a mesma denominação e apresentem a sequência textual injutiva na sua composição, servem a propósitos comunicativos bastante diferentes e que, por isso, são independentes um do outro, arquitetando-se, cada um, sobre uma estrutura particular. Ainda, por parte dos alunos, deu-se a produção de textos do gênero receita culinária. Consideramos que o curso ministrado foi de grande ajuda para o conhecimento das particularidades de cada gênero da colônia, afim de aprimorar a prática de interpretação e de composição textuais dando relevo ao conhecimento linguístico  e enciclopédico dos alunos.

Palavras-chave: colônia de gêneros; gêneros instrucionais; receita; leitura e produção de textos.


Resumo

DEGUSTEMOS O RITUAL: ESTUDANDO O GÊNERO TEXTUAL SIMPATIA ATRAVÉS DA CULTURA POPULAR CEARENSE E SUAS TRADIÇÕES ALIMENTÍCIAS

 Aleksandra Holanda da Nóbrega
Joelma Moura do Amaral
Larisse Gonçalves do Nascimento

Viviane Vieira de Sobrinho
Lenilúcia Bilhar Araújo
Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Ednilza Oliveira Moreira


As superstições e as crendices têm origem no início da civilização humana, quando os primeiros povos aliavam suas inseguranças aos fenômenos desconhecidos. Histórias baseadas em tradições eram criadas para explicar as coisas diversas, e junto a essas histórias, vieram outros elementos da cultura popular, como as simpatias. Essa, por sua vez, tem como finalidade direcionar alguém a fazer algo que traga algum benefício material ou imaterial, para a pessoa que o pratica ou para alguma outra. As simpatias estão intimamente ligadas à cultura popular, tendo origem campesina e geração empírica. No Ceará, o uso de rituais para afastar enfermidades ou pedir graças a serem alcançadas é muito comum, sendo que muitos deles fazem uso de elementos místicos ligados a ervas e comidas. No presente trabalho trataremos do gênero textual simpatia – de temática alimentação – caracterizado como gênero instrucional. Para isso, buscou-se o referencial teórico básico em Bathia (2009) ampliado por Moreira (2014) sobre o conceito de colônia de gêneros. Segundo a autora, “na colônia de gêneros, não há, necessariamente, uma interação entre os gêneros que a compõem, como ocorre no caso de um conjunto ou de um sistema de gêneros. Na colônia, um gênero não demanda outro, não há, portanto, uma interdependência entre eles”. Procuramos analisar a  origem da simpatia na esfera de circulação e o estilo vocabular. O trabalho com o referido gênero faz parte do projeto do PIBID de Língua Portuguesa da Universidade Federal do Ceará (UFC-Fortaleza), realizado nos Liceus do Conjunto Ceará e de Messejana. O objetivo deste trabalho é fazer com que os alunos do 1º ano do Ensino Médio, participantes do  Curso de Leitura e Produção Textual: lidando bem com uma colônia de gêneros instrucionais, conheçam e valorizem a cultura popular e o folclore nordestino e cearense, a partir da investigação e do uso do gênero simpatia. Foram usados para a investigação os trabalhos de autores cearenses tais como, Juvenal Galeno e Guilherme Studart.

Palavras-chave: gênero textual, simpatia, cultura popular, alimentação, colônia de gêneros.


ENALIC 2014 - V Encontro Nacional das Licenciaturas e IV Seminário Nacional do Pibid

Trabalho apresentado no V Encontro Nacional das Licenciaturas (ENALIC) e IV Seminário Nacional do Pibid, realizados nos dias 08 a 12 de dezembro de 2014 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), na cidade de NATAL/RN.

Resumo

Prática de retextualização: uma forma de interagir com gêneros textuais em sala de aula

                                                  Ana Maria Barreto de Lima (PIBID/UFC-Fortaleza)
Ednardo Leitão dos Santos Júnior (PIBID/UFC-Fortaleza)
Guilherme Lobo de Andrade (PIBID/UFC-Fortaleza)
Leandro Vidal Carneiro (PIBID/UFC-Fortaleza)

A abordagem sobre os gêneros textuais na escola tem contribuído para o ensino de língua em seu uso. Dentro dessa perspectiva, a retextualização ganha foco, na medida em que reflete a linguagem efetiva, por meio da dinâmica dos gêneros textuais nas situações de interação cotidianas, uma vez que, segundo Marcuschi (2001), “as atividades de retextualização são rotinas com que lidamos o tempo todo nas sucessivas reformulações dos textos numa intricada variação de registros, gêneros textuais, níveis linguístico e estilos”. Assim sendo, ministramos um minicurso de  “Prática da retextualização”, como uma fsorma de vivenciar a interação com gêneros textuais em sala de aula. O referido curso teve como objetivo familiarizar o alunado com a retextualização como utilização prática dos textos. Para tanto, foram trabalhados os gêneros “adivinha e verbete”, “charada e nota de curiosidade”, bem como “provérbio e fábula”, através dos quais exploraram-se, na leitura e na produção escrita, as particularidades dos gêneros, por meio da retextualização. Eis que, naturalmente, houve a transformação dos textos. Esse procedimento foi observado, por exemplo, quando os alunos estudaram e produziram “adivinha e charada”, a palavra-resposta da charada ou da adivinha, transformando-a em nota de curiosidade ou verbete, provocando a produção de modalidades de gêneros textuais a partir de outras.  

PALAVRAS-CHAVE: Retextualização; Gêneros; “adivinha e verbete”; “charada e nota de curiosidade”; “provérbio e fábula”.





IV COGITE - Colóquio sobre Gêneros & Textos

Trabalho apresentado no IV COGITE- Colóquio sobre Gêneros e Textos, sediado na Universidade Federal do Piauí (UFPI) durante os dias 19 a 21 de Novembro de 2014.



[EEM Liceu de Messejana] Plano de aula 7 (Leandro e Guilherme) - GÊNERO REGULAMENTO E GÊNERO REGIMENTO

EEM LICEU DE MESSEJANA/ PIBID LETRAS / UFC
SÉRIE: 1º ANO – TURMA: D – MANHÃ - 2014
COORDENADORA PIBID/LETRAS: Maria Ednilza Moreira
SUPERVISORA PIBID/UFC: Lena Bilhar
BOLSISTAS / DOCENTES: Leandro Vidal e Guilherme Lobo


    CURSO DE LEITURA E PRODUÇÃO: LIDANDO BEM COM UMA COLÔNIA DE GÊNEROS INSTRUCIONAIS.

Assunto da aula: gênero regulamento e gênero regimento.
Duração: 2 aulas geminadas de 50 min.

1. OBJETIVOS
- Aprimorar a leitura e a produção textual dos alunos.
- Aprimorar o reconhecimento sobre o modo verbal: imperativo
- Compreender  e elaborar os gêneros textuais: regulamento e regimento
- Conhecer os contextos de uso do regulamento e do regimento e a função por eles exercida no cotidiano. 
- Incentivar a reflexão crítica dos alunos com base na temática gastronomia.
- Resolução dos exercícios propostos no módulo.

 2. CONTEÚDOS-TEMAS
- Modo verbal imperativo
- Gênero textual regulamento
- Gênero textual regimento
- imagens e textos ilustrativos/explicativos sobre os gêneros textuais em foco. 

3. ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS
- Apresentação do modo verbal imperativo;
- Apresentação dos gêneros textuais regulamento e regimento;
- Apresentação dos textos e imagens ilustrativas/explicativas sobre os gênero textuais em foco;
- Resolução dos exercícios dos módulos;
- Produção textual conforme as atividades dos módulos.

4. RECURSOS E MATERIAIS
- Quadro branco.
- Pincel e apagador.
- Módulo.
- Computador e Datashow.
- Pen-Drive.

5. AVALIAÇÃO
- Participação na aula.
- Espírito crítico.
- Realização das atividades do módulo.

6. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Regulamento do restaurante universitário da faculdade de filosofia e ciências do campus de Marília. Disponível em: . Acesso em: 6 de junho de 2014.

HOLANDA, Aurélio Buarque de Miniaurélio: o minidicionário da língua portuguesa. 7 ed. Curitiba: Positivo, 2008.

[EEM Liceu de Messejana] Plano de aula 6 (Leandro e Guilherme) - GÊNERO CONSELHO

EEM LICEU DE MESSEJANA/ PIBID LETRAS / UFC
SÉRIE: 1º ANO – TURMA: D – MANHÃ - 2014
COORDENADORA PIBID/LETRAS: Maria Ednilza Moreira
SUPERVISORA PIBID/UFC: Lena Bilhar
BOLSISTAS / DOCENTES: Leandro Vidal e Guilherme Lobo


    CURSO DE LEITURA E PRODUÇÃO: LIDANDO BEM COM UMA COLÔNIA DE GÊNEROS INSTRUCIONAIS.

Assunto da aula: gênero conselho.
Duração: 2 aulas geminadas de 50 min.

1. OBJETIVOS
- Aprimorar a leitura e a produção textual dos alunos.
- Aprimorar o reconhecimento sobre o modo verbal: imperativo
- Compreender  e elaborar o gênero textual: conselho.
- Conhecer os contextos de uso do conselho e a função por ele exercida no cotidiano. 
- Incentivar a reflexão crítica dos alunos com base na temática gastronomia.

- Resolução dos exercícios propostos no módulo.

 2. CONTEÚDOS-TEMAS
- Gênero textual conselho;

- imagens e textos ilustrativos/explicativos sobre o gênero textual conselho.

3. ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS
- Apresentação do modo verbal imperativo;
- Apresentação do gênero textual conselho;
- Apresentação dos textos e imagens ilustrativas/explicativas sobre o gênero textual em foco;
- Resolução do exercício do módulo;

- Produção textual conforme as atividades do módulo.

4. RECURSOS E MATERIAIS
- Quadro branco.
- Pincel e apagador.
- Módulo.
- Computador e Datashow.
- Pen-Drive.

5. AVALIAÇÃO
- Participação na aula.
- Espírito crítico.
- Realização das atividades do módulo.

6. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
HOLANDA, Aurélio Buarque de. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1986.

O CONSELHO EM REVISTAS FEMININAS: DAR OU PEDIR? UMA QUESTÃO DE AUTORIDADE. Disponível em: